Posted by lecocissoto in Uncategorized on May 23, 2012
Cadê o compromisso ?!
Posted by lecocissoto in Uncategorized on March 23, 2012
Eu não me orgulho nada de fazer parte da minha geração. Não exatamente por fazer parte dela, mas justamente por não me encaixar nos padrões pré estabelecidos por ela.
Vivemos a geração do desapego, do casual e de pessoas descompromissadas com seus amigos, trabalhos e até mesmo relacionamentos amorosos. O nosso mundo é do nosso egoísmo, que certamente parece ser o mais importante do que o que fazemos da nossa vida pela vida dos outros. Alias, o que fazemos da nossa vida visa justamente satisfazer o nosso ego, normalmente passando por cima dos outros, contando vantagens e etc.
Tudo é do nosso jeito, na nossa hora e as pessoas tem que se curvar as nossas vontades, princípios e opiniões. Fazemos “tipo” para ser legal e fingimos uma sabedoria que não temos. Esquecemos que somos eternos alunos e colocamos o avental de professores hipócritas que não vivem o moralismo que pregam.
Alias, neste mundo todo mundo tem moral e algo a dizer. Concordando, discordando, e discordando de quem discorda.
Caímos em um laço infinito do que seria uma democracia liberal de opiniões que ficam se contradizendo, pq somos escravos de nossos próprios pontos de vista e inaptos a respeitar o ponto de vista dos outros.
Pouco importa se você tem um mestrado, um doutorado e um pós doutorado. Se você é “Cult” e paga de intelectual contemporâneo com seu all star, camisa xadrez e maozinha no bolso. Se você fica pesando para ver qual é o cara que mais vale a pena para você “escolher” (normalmente partindo do principio condição financeira / marombadinho de academia). Um soco bem dado na cara provavelmente vai doer da mesma forma para todos vocês…e sabe pq?! Pq somos iguais. Somos todos de carne , osso e todos nós nos machucamos. O que nos diferencia é o nosso caráter e como combatemos a nossa natureza ESCROTA (pq ela é escrota).
Seu caráter não vai se curvar diante de você…é você quem sempre vai se curvar a ele porque ele te constitui. Justamente por isso ele não pode ser comprado, mas certamente pode ser moldado através de escolhas e reflexão.
Agora eu tenho uma pergunta: Como uma geração com uma opinião tão formada é capaz de refletir sobre alguma coisa ?!
Ou é preto, ou é branco. E para nós não existe Yin e Yang.
Tenho uma coisa muito triste para lhe informar: Você é uma grande porcaria !
Mas fique tranquilo, porque eu também sou uma, o mundo em geral é. Não gostaria de te dar um discurso sobre o que você deve ser porque eu já fui e talvez seja, em muitos aspectos, TUDO aquilo que eu coloquei ali em cima.
Estou aqui querendo abrir os meus próprios olhos e os seus para o risco de nos deixarmos levar por esse mundão que nos induz, de maneira obscena, para as coisas momentâneas e materiais que só aumentam o nosso ego e nos fazem esquecer pelo que realmente vale a pena viver.
Viva intensamente sua vida, mas de forma responsável para com a vida dos outros e cuidando sempre de si, do seu espírito e do seu caráter. Cuide dos seus amigos, da sua família e das pessoas que você ama. Ame todas as pessoas, porque todas as pessoas tem uma história, algo para contar e agregar na sua vida.
Aqui quem vos fala é mais um moralista hipócrita que tenta, através de suas palavras sem sentido, transformar essa bagaça em um mundo melhor.
Considerações finais
Posted by lecocissoto in Uncategorized on March 29, 2011
Durante o desenvolvimento deste trabalho, ficou evidente que as recomendações do LabiUtil são extremamente relevantes e devem ser levadas em conta ao desenvolver um projeto de software, seja este pequeno ou grande, que visa a qualidade do produto e a satisfação do cliente.
Seguindo estas recomendações a risca, certamente será desenvolvido um produto confiável e intuitivo para o usuário, que por consequencia disso, será muito mais produtivo e satisfeito com seu trabalho.
08- Compatibilidade
Posted by lecocissoto in Uncategorized on March 29, 2011
O conceito de compatibilidade diz respeito ao programa ser compatível com as necessidades do usuário. Isso quer dizer que quanto menor for o volume de informação que o usuário tiver que analisar ao realizar uma determinada tarefa, melhor vai ser o desempenho do sistema e a aceitação do usuário.
Não faz sentido, por exemplo, colocar para um usuário brasileiro, ao preencher um formulário, um esquema de datas estilo americano (mm/dd/aaaa), e nem apresentar as datas como na maioria dos bancos de dados (aaaa-mm-dd) para gravação.
Exemplo: As datas em um formulário de um usuário brasileiro devem estar compatíveis com a realidade deste usuário.

Exemplo de compatibilidade: Formulário de data sendo preenchido por usuário brasileiro, no formato brasileiro.
07 – Códigos Naturais
Posted by lecocissoto in Uncategorized on March 29, 2011
Este conceito diz respeito a adequação entre o objeto ou a informação apresentada e sua referência. Em outras palavras, o usuário deve entender naturalmente o sistema, que deve simplificar o entendimento.
Exemplo: A escolha do país em um formulário deve ser pelo nome do país, e não pelo seu possível id no banco de dados
06 – Consistência (Homogeneidade/Coerência)
Posted by lecocissoto in Uncategorized on March 28, 2011
A consistência diz respeito ao quanto o sistema é homogeneo e coerente. Um sistema que mantém um padrão de mensagens de erro, de alertas, e mantem o mesmo layout, localizando os itens sempre nas mesmas posições, com certeza é um sistema mais interessante para o usuário.
Exemplo: O menu do MSOFFICE é disposto com características homogeneas, apesar de algumas direferenças em seus sub itens.
05 – Gestão de erros
Posted by lecocissoto in Uncategorized on March 25, 2011
Os erros são comuns em quase todo sistema se eles não forem préviamente previstos. Os erros devem ser evitados ou reduzidos, e quando ocorrerem devem auxíliar o usuário a aprender sobre ele para que este não seja cometido novamente.
5.1 – Proteção contra erros
Diz respeito aos mecanismos empregados para previnir erros de entradas de dados, comandos e possiveis ações que podem ser nocivas para o sistema. É preferível alertar o usuário enquanto este ainda está fazendo a digitação dos dados do que quando o formulário for validado.
Exemplo:
O formulário que a senha é pequena demais para que o sistema a aceite. Isso já alerta o usuário para que digite mais alguns caracteres para que a senha seja satisfatória.

Exemplo de proteção contra erros- O usuário é avisado enquanto digita que aquele campo precisa ter mais de 2 caracteres e o email precisa ser válido
5.2 – Mensagens de erro
Uma mensagem de erro é avaliada pela pertinência, legibilidade e a exatidão da informação sobre a natureza do erro cometido. Uma mensagem de erro com qualidade mostra o usuário a natureza do erro cometido, o que ele deveria ter feitoe o como ele deve proceder.
Exemplo:
Caso o usuário entre com um dado inválido, o sistema não deve proceder de outra maneira sem que seja exibir umas mensagem de erro alertando-o sobre o erro.
Mensagem de erro exibida para um usuário que tentou manipular algum dado com um nivel de permissão abaixo do permitido
5.3 – Correção de erros
A correção de erros diz respeito aos recursos que o sistema disponibiliza ao usuário para corrigir erros cometidos. Erros são menos perturbadores se puderem ser corrigidos.
Exemplo:
Após realizar uma operação, o próprio sistema te dá a possibilidade de restaurar ação realizada através de um backup realizado antes da ação do usuário.

03 – Controle Explícito
Posted by lecocissoto in Uncategorized on March 25, 2011
Este conceito diz respeito ao controle do usuário e como o sistema reage a este controle. Um sistema ideal deve dar ao usuário o controle da situação, e este deve ter essa sensação ao manipular um sistema.
3.1 – Ações explícitas
Este critério diz respeito as relações do processamento pelo computador e as ações do usuário. Está relação deve ser transparente e o computador deve processar apenas as operações solicitadas pelo usuário.
Exemplo: Ao utilizar um menu gráfico (que utiliza o mouse)o usuário deve realizar esta ação em duas ações: A primeira ação é colocar o ponteiro sobre a seleção de seu interesse e uma segunda ação (um click ou um clique duplo ou qualquer outra ação), que faz a ação de controle.

Exemplo de Ação Explicita: O menu só executa a o processamento após as ações de apontar com o mouse, e clicar no local desejado.
3.2 – Controle de sistema pelo usuário
Este critério aconselha que o usuário deve estar sempre no controle do sistema, assim podendo decidir o que o sistema deve fazer a partir de cada operação (como cancelar, interromper, adicionar). Este critério é interessante para que o usuário esteja no controle do sistema, e este, corresponde apenas as ações solicitadas pelo usuário. Cada ação do usuário deve ser antecipada e as opções apropriadas para aquela determinada ação devem ser oferecidas.
Exemplo:
Ao fechar um programa, o usuário é questionado pelo sistema sobre qual ação o sistema deve tomar (fechar, salvar, cancelar), isto dá ao usuário o controle daquela determinada situação, e consequentemente, o controle do sistema.

Exemplo de Controle do usuário - O MS WORD comunica ao usuário, que solicita o fechamento do programa, se ele realmente fechar, salvando, sem salvar ou cancelar a operação (que pode ter sido acidental)
02 – Carga de Trabalho
Posted by lecocissoto in Uncategorized on March 25, 2011
Os usuarios aplicam conhecimentos já adquiridos para minimizar a carga de trabalho perceptiva e cognitiva, e é necessaria a realização de uma interação com o computador. Isso se torna possivel, especialmete quando a interface apresenta uma comportamento homogêneo em situações semelhates, e não é excessivamente carregada de informações. Se é colocado uma interface com excesso de informação para passar uma mensagem, a carga de trabalho do usuario ficará sobrecarregada. Este critério está subdividido em dois critérios que são Brevidade (no qual inclui concisão e ações minimas) e Densidade. Quanto maior a carga de trabalho maior a possibilidade de cometer erros. e quanto menos as informações para distrai-lo será possivel fazer uma trabalho mais eficaz.
2.1 – Brevidade
A brevidade diz respeito ao quão breve e compacta vai ser a interação do usuário com o sistema. Focar na brevidade de um sistema pode ser a chave para evitar que este, por ter sido “exposto” a uma interação mais aprofundada, cometa erros e falhas no decorrer de sua interação. Por está razão, podemos definir a brevidade de um sistema subdivindo em dois valores principais que são Concisão , que diz respeito a diminuir a entrada de código para evitar erros ou exagero de gasto na memória ou processamento e as Ações mínimas, que dizem respeito a simplicidade do programa, ou seja, quanto menos o usuário necessitar interagir com o nosso sistema, mais confiável ele se torna.

Exemplo de brevidade: Os campos default do formulário já deixam o usuário fazer uma busca de todas as informações, no caso, imóveis, com a mínima interação.
2.2 – Densidade Informacional
É a quantidade de informação apresentada na tela para o usuário, não podendo ter informação demais e nem de menos, pois o usuário acaba cometendo erros. É aconselhável conter apenas itens necessários momentaneamente ao usuário. Não é recomendado o uso de memorização de informação.
Densidade Informacional é diferente de Concisão, porque Concisão avalia uma informação individual o quão sucinta ela é . A Densidade Informacional avalia o conjunto de informações apresentadas na tela.
04- Adaptabilidade
Posted by lecocissoto in Uncategorized on March 24, 2011
A adaptabilidade de um sistema diz respeito a capacidade de um sistema de se adaptar as necessidades do usuário sem fugir do contexto para qual o sistema foi criado. Este conceito foca no entendimento de que os usuários tem preferências diferentes ao utilizar um sistema, e portanto, torna-se impossível criar um sistema que agrade a todos sem que este se adapte as necessidades de cada usuário. Isso gera uma maior ‘afinidade’ do usuário com o sistema, e , consequentemente, uma maior produtividade maior por parte do usuário.
Este conceito está dividido em 2 subtópicos que são:
4.1 – Flexibilidade
Diz respeito aos meios disponíveis a um usuário para que este possa personalizar sua interface de maneira mais lhe agrade. Isto quer dizer que um usuário, no controle de seu sistema, dispõe sua interface da maneira que lhe renda mais organização , produtividade ou por uma questão estética para conforto operacional.

Exemplo de Flexibilidade - O próprio wordpress permite a alteração da interface, através de drag and drop ou simplesmente eliminando ou adicionando paineis que interessam ou não ao usuário. O usuário controla tudo.
4.2- Experiência do Usuário
A experiência do usuário conta muito quando se fala em sistema, pois dependendo da experiência em tecnologia do usuário, o procedimento muda. Para quem é mais experiente, um sistema para novos usuários, acaba atrapalhando o desempenho dele.E caso fosse o contrário um sistema só por comandos e atalhos para quem não conhece, acaba piorando o andamento de uma atividade que o usuário está fazendo, dificultando a navegação dele, e a realização das ações desejadas.
Cuidado com a diferença entre Experiência do usuário e Flexibilidade. Pois uma interface pode considerar a experiência dos usuários sem, entretanto, ser flexível.




